07 outubro, 2015

Resenha: Jurassic Park

TÍTULO: Jurassic Park
TÍTULO ORIGINAL: Jurassic Park
VOLUME: Único
AUTOR(A): Michael Crichton
EDITORA: Aleph
PÁGINAS: 528
Minha Avaliação: 



Uma impressionante técnica de recuperação e clonagem de DNA de seres pré-históricos foi descoberta. Finalmente, uma das maiores fantasias da mente humana, algo que parecia impossível, tornou-se realidade. Agora, criaturas extintas há eras podem ser vistas de perto, para o fascínio e o encantamento do público. Até que algo sai do controle. Em Jurassic Park, escrito em 1990 por Michael Crichton, questões de bioética e a teoria do caos funcionam como pano de fundo para uma trama de aventura e luta pela sobrevivência. O livro inspirou o filme homônimo de 1993, dirigido por Steven Spielberg, uma das maiores bilheterias do cinema de todos os tempos. 

Muitos (e talvez todos) de vocês conhecem a história por trás deste livro. Já tinha assistido o primeiro filme do Jurassic Park e tinha adorado!! Com certeza essa visão do filme mudou quando li o livro.

Como na maioria das vezes, o filme é bem diferente do livro. O assunto principal é o mesmo e tudo o mais, mas há detalhes significativos na história que só quem leu o livro entende (Tipo Percy Jackson e o Ladrão de Raios).

Já vi algumas resenhas falando que comparado ao filme, Jurassic Park, o livro, perde um pouco da magia que tem o filme. Mas eu não concordo, para mim ler Jurassic Park foi melhor que assistir ao filme, pois pude ver como a história realmente aconteceu. Como em um livro não há efeitos visuais Crichton compensa isso com muitas informações técnicas e científicas sobre paleontologia, paleobotânica, matemática e, é claro, genética.

Uma coisa que não aparece no filme é a expectativa de saber (mesmo quando eu já sabia ahsusahu) o que Hammond estava fazendo com todo o material que comprava. No livro há muito suspense, até que os visitantes vão à ilha e veem o que estava acontecendo afinal.

No livro o paleontólogo Alan Grant, a paleobotânica Ellie Sattler e o matemático Ian Malcom são convidados para ir à ilha do milionário para fazer uma visita-teste a qual tem o objetivo de convencer o representante da firma de investidores, o advogado Donald Gennaro, que a ilha é perfeitamente segura para sua inauguração no próximo ano (irônico, não é?!) por causa de todos os ''incidentes'' que ocorreram durante a construção do parque. E, assim como o filme, Alan e Ellie estão maravilhados pelo parque enquanto Malcom afirma firmemente que ele está fadado a fracassar por causa de Teoria do Caos.

Enquanto um tour é feito pelo parque, o programador Dennis Nedry, que havia recebido uma proposta grande em dinheiro para roubar os DNAs dos dinossauros e vender à uma empresa rival, sabota o sistema que controla tudo no parque. E é aí que tudo de errado (e a parte mais emocionante e esperada) começa a acontecer.

No livro, a partir deste ponto, o autor foca mais na jornada de Grant e as crianças (netos de Hammond que também foram para uma excursão pelo parque) tentando encontrar o caminho de volta à sede do parque. Essa com certeza é a parte mais legal do livro e com certeza me deixava sem fôlego e com medo do que podia acontecer (pois até aquele ponto eu já tinha visto que o livro era diferente do filme e que tinha muito mais coisa para acontecer que eu imaginava) eu me sentia em perigo como se estivesse dentro do parque com os dinossauros me atacando. Uma das partes de maior tensão no livro (e no filme também) foi quando os raptors estavam caçando Grant e as crianças. Nessa parte eu não conseguia parar de ler...

Uma coisa que achei desnecessária foi a demora para que eles voltassem à sede, achei que demorou demais e que até ficou um pouco enrolado demais. Mas é minha única crítica negativa.

Vou terminar essa resenha recomendando imensamente para qualquer um ler Jurassic Park, esse livro com certeza vale a pena comprar e ter na estante.

PS: me desculpem se comparei o livro demais ao filme, foi inevitável kkkkk




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